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Mensagem por Dam em Qua Jul 04, 2018 10:08 pm

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Nikki ao ouvi-lo apenas sorria com o canto do lábio, afinal se aquele garoto conhecesse com quem estava falando provavelmente veria que seus gostos poderiam ser considerados normais ou banais na presença da garota. Assim apenas se ajeitava com as botas ainda sobre o colo do rapaz e mantinha o olhar fixo nele, quando percebeu ele tentar levantar, assim estranhou mas logo tirou os pés de cima do rapaz e o observou, porém assim quando o ouviu se virou rapidamente olhando para o lado de fora da janela e revirando os olhos, mas rapidamente voltava o olhar para o rapaz com um sorriso no canto dos lábios enquanto dizia baixinho, juntando ambas as mãos sobre a saia do vestido
 
[color=#00ff00]- Fique a vontade Char.[/color]
 
Aproveitou aquele momento para observar cada detalhe daquele garoto, a forma como ele era cuidadoso com suas roupas e como ficava ainda mais bonito e sensual sem elas, bom pelo menos sem a blusa, assim quando ele vestia o uniforme a menina suspirava baixinho em um tom quase inaudível
 
[color=#00ff00]- Roupa demais...[/color]
 
Com isso a menina continuava a olhar para o rapaz, e ria em seguida ao ouvir ele dizer sobre emprestar a roupa, afinal ja tinha detalhes o suficiente do corpo daquele rapaz para poder se encaixar em suas medidas, mas não diria nada sobre isso, apenas moveu o rosto se levantando e virando de costas para o rapaz
 
[color=#00ff00]- Se importa?[/color]
 
Perguntava apontando para o zíper que vinha da gola de seu vestido até sua cintura, assim sentia o rapaz abraçar-lhe a cintura e fungar-lhe no pescoço, descendo o zíper quase em velocidade nula, fazendo com que a garota se arrepiava todinha e sorria com o canto do lábio o olhando pelo reflexo da janela. Assim ao sentir ele terminar de abaixar o zíper a menina dos cabelos azuis segurava o vestido com a destra e se soltava do rapaz caminhando até uma de suas malas onde pegava seu sutiã de renda preto e assim soltava o vestido o colocando a frente dos seios ficando apenas de calcinha, fuçando na mala a frente do rapaz, para em seguida se levantar e se aproximar dele novamente

[color=#00ff00]- Você poderia fechá-lo[/color]

Sorria ao ver ele piscar e se virava de costas para o rapaz, para que ele pudesse fechar o sutiã dela, assim sentia ele segurar o pano e fechá-lo e assim em seguida se afastava do rapaz e se abaixava novamente fuçando nas malas procurando a roupa da escola, enrolava um pouco para encontrar a roupa só para deixar o rapaz observa seu corpo, para em seguida pegar a roupa e se vestir colocando primeiro a meia calça bem devagar para em seguida colocava as botas negras novamente, a saia e depois a blusa, ainda ficando com as botas negras e compridas, amassava o vestido o enfiando de qualquer jeito na mala e se sentava novamente mas desta vez no colo do rapaz e o abraçava ao redor do pescoço sussurrando baixinho com os lábios quase encostados no ouvido do rapaz, sem perceber, que seus cabelos voltavam para a cor que normalmente a garota tinha preferência de usar, rosa.

[color=#00ff00]- Será que vamos demorar muito ainda?[/color] - Perguntava docemente, ainda tentando decifrar o garoto, seus gostos e porque era tão atirado daquela forma sensual que a deixava intrigada.
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Re: Arquivo Geral 1

Mensagem por Dam em Qua Jul 04, 2018 10:08 pm

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A garota me intrigava, nunca antes em minha história alguém se mostrou tão indecifrável assim. Nunca antes uma garota ficara tão à vontade comigo trocando de roupa no mesmo recinto, nem que fosse só a parte de cima como era o caso. Senti que ela estudava-me mas preferi transparecer que nem percebi. Quanto mais ela me “avaliasse” e gostasse do meu físico, melhor. Ouvi logo um sussurro vindo da garota, “Roupa Demais”, fingi não ouvir, mas pisquei pra ela, concordando com a cabeça, apesar de fingir que nada ouvira. Quando ela foi começar a se trocar, acabei dando uma lambida nos lábios, imaginando coisas que não deveria com uma semi desconhecida. Caminhei lentamente na direção da garota quando ela solicitou minha ajuda. “Se importa?”, desci lentamente o zíper do vestido da garota, a fim de provocá-la. Aproveitei a situação para dar algumas fungadas no pescoço da garota, a medida que o zíper ia descendo. Senti seu corpo se arrepiar, e sorri, soltando delicadamente da roupa da garota. Senti seus cabelos azuis tocando meu rosto, enquanto dava o último beijo no pescoço da garota, do momento. Afastei-me um pouco, sentando-me, vendo-a assim segurar o vestido com a destra e, sem preocupação alguma caminhar até uma de suas malas, pegar seu sutiã de renda preto e, assim, soltar enfim o vestido, o colocando na frente dos seios e ficando apenas de calcinha. O que se passou a seguir, me deixou babando, mas juro que escondi ao máximo isso, ver a garota fuçando na mala na minha frente, para em seguida se levantar e se aproximar de mim novamente, pedindo para que eu fechasse a peça de roupa.

Sorri com muita malícia, pisquei e voltei a ficar em pé, com o corpo quase colado ao da garota, para que pudesse fechar o sutiã dela. Segurei então o pano e fechei-o para em seguida senti-la afastar-se de mim e se abaixar novamente fuçando nas malas procurando a roupa da escola. Enquanto isso aproveitava para atentar-me a cada detalhe do corpo da garota, não pude deixar de lamber-me os beiços em sinal de vontade de avançar naquele corpo de pele branca, com cicatrizes espalhadas em vários pontos diferentes, era exatamente o tipo de garota que faltava em Hogwarts... Em seguida ela se vestiu rapidamente,  e sorri quando ela sentou-se novamente, desta vez em meu colo abraçando-me ao redor do pescoço sussurrando baixinho, quase no meu ouvido, com isso reparei que a cor dos cabelos dela aos poucos ficavam rosa. ”Será que vamos demorar muito ainda?” sua voz doce me seduzia, de um modo que me deixava intrigado e excitado ao mesmo tempo. Apenas envolvi a cintura dela com meus braços, com uma expressão misteriosa ao respondê-la.

Não muito, estamos quase lá… - Poucos minutos depois o trem parava na estação Hogsmead. - Não se preocupe, alguém leva as nossas coisas… Venha, temos que pegar uma carrocinha meio caída, mas melhor que ir a pé… - Disse estendendo a mão para a garota, a qual retribuiu o gesto, logo saímos de mãos dadas do trem, pela estação, em direção às carruagens, como se fossemos amigos de infância, velhos conhecidos. Sentei-me de frente à garota, e dei um jeito que a carruagem partisse apenas com nós dois. - Bem vinda ao hospício meu bem...





Os dias ficavam cada vez mais complicados, precisava provar para meu clã que eu não era um completo inútil. Me tornar um animago era a maneira mais fácil de começar isso. Foram anos e mais anos de teoria, estava na hora de começar a prática. Não sabia bem como iria acontecer aquilo, como seria a minha transformação ou no que me transformaria, mas sabia que estava determinado a me provar a todos. Era um frio dia de sábado, um qualquer do mês de dezembro, estava em meu quarto no dormitório quando comecei a treinar, cada vez mais frustrado, me sentindo fraco e inútil por não conseguir transformar-me nas primeiras tentativas. Cada vez que ficava mais frustrado, mas persistente eu ficava, afinal eu não era mais um garoto fraco como o Benedict ainda era, mesmo sendo adulto, Queria ser forte como o primo Gus, ou como ele dizia ser o irmão dele, Olafr.
Os meses foram passando, enquanto ficava cada vez mais frustrado, e com isso o ódio aumentava cada vez mais, logo a persistência também, quanto mais tentava, mais determinado eu ficava e mais me afastava de tudo e de todos ao meu redor, fechando-me para que ninguém enchesse o saco sobre o que eu estava fazendo. Chegou, porém, o dia em que senti a pior dor da minha vida. Era uma tarde de primavera, quase no fim das aulas. Senti como se meus ossos fossem esmagados, minhas entranhas retorcidas, quando dei por mim, estava em uma forma quadrúpede. Meus sentidos estavam muito confusos, porém a minha dor era imensa, nem pude ver no que me transformara, afinal isso logo voltava a minha forma natural, ficando estirado em posição quase fetal no chão do quarto. Após esse breve sucesso, consegui transformar-me novamente poucas outras vezes, ainda sentindo muita dor. No último dia de aulas, porém, consegui minha primeira transformação a qual não senti dor alguma, além de ter os sentidos aguçados, quase que como um instinto de caça, foi quando consegui olhar-me no espelho, na forma de um imponente Lobo Cinzento…
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Re: Arquivo Geral 1

Mensagem por Dam em Qua Jul 04, 2018 10:09 pm

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Mel!!!


Já se faziam quase dois meses que Melody havia percebido um pedaço de piso solto embaixo de sua cama enquanto ajeitava alguma de suas coisas e lá havia encontrado um livro empoeirado falando sobre animagos. Ao folhear o livro a menina descobriu a existência de um ritual para poder liberar sua forma animaga, mas após tanto tempo Mel achava que ou o ritual era uma fraude ,ou que havia feito algo errado, por mais que tivesse seguido o passo a passo ou que não fosse uma bruxa competente o suficiente, afinal havia seguido todo o passo a passo do ritual ficando 1 mês inteiro com uma folha de mandrágora dentre seus lábios, o sabor da folha era terrível mas não podia tira-la, tinha que comer dormir falar e fazer tudo o que tinha para fazer com a folha nos lábios e assim fez. Após um mês completo retirou a folha e colocou em um frasco de cristal, um frasco no qual deu um enorme trabalho para pegar de seu pai sem que ele percebesse a colocando junto de um fio de cabelo e uma gota de orvalho colhida com uma colher de prata de um lugar que não foi tocado pelo sol por 7 dias e a secreção de uma mariposa mágica que deu ainda mais trabalho para consegui sem que ninguém soubesse.

Assim com tudo pronto escondeu o frasco junto com o livro de animagia embaixo do piso solto, afinal não poderia ser tocado pelo sol e nem olhado por ninguém e assim continuou o ritual de forma sofrida pegando sua varinha a cada nascer e por de sol apontando-a a seu coração e dizendo as palavras do livro

- Amato Animo Animato Animagus.

Dizia no livro pelo que mel se lembrava que ela deveria sentir um segundo bater de coração em seu peito, o de seu animal, mas isso ainda não acontecia, o que a deixava frustrada, porem queria tanto se tornar uma animaga que não se deixou vencer pela frustração, continuou a repetir o feitiço a todo nascer e por do sol a espera da segunda batida e da tempestade de raios.

O que era mais sofrido para mel é que não havia contado para ninguém o que estava fazendo, mesmo que as pessoas lhe perguntassem se tudo estava bem, afinal mel viva mais tempo olhando pelas janelas e para o ceu do que nunca, talvez pudesse estar se machucando sem saber, mas mesmo assim aquele livro velho não tinha o porque mentir, mel sentia que se a experiência fosse falha seria por incompetência própria.

Em uma noite após executar o feitiço a menina pode sentir tímida outra batida em seu peito, como se tivesse dois corações, achou estar alucinando por desejar muito ser animaga, mas essa batida se tornava constante e cada vez mais forte como se a menina tivesse realmente dois corações, isso fez mel correr até o espelho e se olhar fixamente no mesmo, seus olhos se encheram de lágrimas e ela sorria feito boba, finalmente havia conseguido sentir seu animal interior, em seguida correu para a janela de seu quarto observando o céu, mas aquela noite estava longe de ser uma noite com tempestade de raios, mas mel já estava feliz em ter atingido o primeiro resultado assim se colocou para dormir em meio aquela euforia.

Mais alguns dias se passaram todos com dias e noites limpos e perfeitos para os outros, afinal o que mel desejava era a maior tempestade de raios que o mundo já viu, mesmo que ela só precisasse ser uma tempestade de raios. Até que em uma noite a menina estava dormindo em sua cama quando começou a ter um pesadelo, seu corpo se remexia e se contorcia pela cama e transpirava, porem ao chegar no extremo desespero a menina abriu os olhos e se sentou na cama, mas por mais estranho que fosse a menina não conseguira gritar e nem se lembrar do pesadelo.

O barulho ao lado de fora de seu quarto era alto o que fez a menina curiosa se levantar ainda sonolenta e olhar a janela, sem duvida aquela não era a maior, mas era uma tempestade de raio das bravas, o que fez a menina caminhar para sua cama mais aliviada e se sentar se preparando para dormir. Quando estava deitando a ficha caiu sobre o que acontecia ao lado de fora de seu quarto, correu novamente a janela vendo a tempestade, assim correu para debaixo de sua cama arrancando o piso e vendo a poção que agora tinha uma cor avermelhada, sem demora Mel abriu o frasco e virou a poção dizendo o encantamento novamente apontando a varinha para seu coração

- Amato Animo Animato Animagus.

Nesse momento a menina sentiu seu corpo estranho e dolorido como se seus ossos se rearranjassem, não só seus ossos como seus órgãos, mas não voltaria atrás queria conhecer sua forma animal que levara tanto tempo para conseguir obter. Por sorte o barulho da tempestade era tão alto que o grito de dor que saia de seus lábios não chamava a atenção de seu pai, se sentia tonta, eram muitas mudanças ao mesmo tempo, o que fez a menina fechar os olhos e se ajoelhar ao chão para em seguida colocar as mãos a frente dos lábios por se sentir enjoada. Quando finalmente sentia todas aquelas sensações pararem mel abria os olhos, os raios pareciam muito mais altos, a frente de seus olhos mel podia ver um longo focinho marrom e patinhas fininhas e branquinhas a sua frente e um focinho marrom claro, assim se levantou tentando ficar de pé como estava acostumada e rapidamente levou seu primeiro tombo, era difícil entender como tudo aquilo funcionava.

Quando finalmente conseguiu ficar em pé, de quarto, caminhou aos tropeços até próxima do espelho vendo no lugar do reflexo da menina de cabelos azulados uma raposinha bem orelhuda e pequenina, um feneco ou raposa do deserto, pelagem marrom clarinho e patas branquinhas, suas orelhas eram enormes e sua cauda longa, porem ao contrario dos fenecos normais mel carregava a mesma cor de seus olhos, castanhos mais claros que os de um feneco comum que são pretos.

Estava animada com a nova aparência quando ouviu um barulho vindo do quarto de seu pai que a fez arregalar os olhinhos e se destransformar, a dor e o incômodo pareciam muito menores, talvez pela menina esperar pelas mudanças que aconteceriam, assim voltando a ser aquela menina de cabelos azulados e um enorme sorriso no rosto, assim corria para a cama e se deitava fingindo estar dormindo para que seu pai não a descobrisse, afinal esse seria o segredo de mel.
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Re: Arquivo Geral 1

Mensagem por Dam em Qua Jul 04, 2018 10:09 pm

Código:
Post pandy começa aqui rs ( postar aqui - texto incompleto - http://hponline.forumeiros.com/t324p22-rp-oficial-cerimonia-de-inicio-do-ano-letivo#1866 )

O frio de Londres em nada se comparava com o de nossa antiga casa. Aquele local parecia uma terra de veraneio e por algum motivo aquele local me irritava imensamente desde que fomos forçados a mudar de país pela grande besteira que a menor havia feito. Os fios azulados tremulavam, brincando ao sabor do vento bem como a saia a qual usava e a blusa regata escura que usava.

[color=#009900]--- Miksi meidän täytyy edes mennä tähän kouluun?--- (tradução: porque temos de ir para essa escola mesmo?)
[/color]

A pergunta era direcionada a meu irmão, mas assim como eu, sabia que ele estava com raiva de Annikki por ter nos feito sair de nossa gloriosa DURMSTRANG. Sempre amei as terras geladas daquele castelo e agora estava em um local completamente desconhecido ao menos a companhia era muito melhor do que estar com minha irmã

[color=#009900]--- Kerro meille, ettei meidän tarvitse olla yhdessä Annikki kanssa.--- (tradução: Por favor, diga que não teremos que ficar juntos de Annikki)
[/color]

Apesar de não parecer, sentia um pouco de raiva de minha irmã por muitos fatores, mesmo que às vezes tentasse não deixar transparecer aqueles sentimentos, mas desde nossa saída, não conseguia esconder a raiva de forma alguma. Loki por outro lado parecia tão tranquilo desde nossa saída que me assustava ele ainda não ter descontado suas frustrações em mim ou em Annikki que começava a me sentir um tanto esquecida pelo mesmo, mas talvez estivesse planejando uma forma muito boa para aquele momento, nunca conseguiria entender meu irmão. Apesar da estação de trem estar muito cheia, nenhum trouxa ou bruxo que passava por aquele lugar parecia despertar minha atenção de forma a focar somente no garoto que me acompanhava juntamente com as malas que levávamos. A parte trouxa do local parecia um tanto grandiosa com sua arquitetura e outros pequenos detalhes que pareciam ter sido minuciosamente colocados ali, mas minha mente era focada somente na raiva que sentia de Annikki. Passar pela “parede” até a plataforma 9¾ não foi um grande problema, o maior foi ouvir o tagarelar de pessoas as quais desconhecia e possivelmente teria de conhecer em algumas semanas, ou simplesmente deixaria de lado as apresentações e ficaria somente ao lado de meu irmão.


[color=#009900]--- Loki, miksi emme etsi tätä junaa varten?
--- (tradução: Loki, porque não procuramos logo uma cabine nesse trem ?)
[/color]


Não havia esperado a resposta do gêmeo e logo adentrava no trem esperando ser seguida pelo mesmo. Enquanto entrava no meio de locomoção, começava a empurrar as pessoas para que pudesse achar um local vazio onde pudesse ficar tranquila e ter um momento com meu irmão. Quando pessoas se aproximavam, escutavam um grande e sonoro “ Está Ocupado” e logo saiam com suas carinhas de nojo que tanto me divertiam.

====Terminei aqui ====
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Re: Arquivo Geral 1

Mensagem por Dam em Qua Jul 04, 2018 10:10 pm

Código:
O mundo estava um caos, o ministério principalmente. Mortes, sequestros, assassinatos, nada disso fazia sentido. Segui, como sempre, para o Ministério, para mais um dia de preocupações. Cheguei em meu escritório já com uma enorme pilha de relatórios que eu teria de revisar para o Ministro. Suspirei e sentei-me, dando início à leitura da papelada. Quando estava quase na metade da pilha, ouço baterem à porta, suspirei e fui atender, era o estagiário do Departamento de Mistérios.

 - Olá, bom dia, pois não?

 - Senhor Sub-Secretário, meu chefe me pediu para vir para avisá-lo para que o senhor avisasse o ministro, - era perceptível que o garoto estava trêmulo e hesitante - Houve um problema no hall das profecias, o Ministro deve ser avisado.

 - Não se preocupe, estarei com ele daqui a pouco para apresentar resultados de relatórios, fique tranquilo que eu repasso essa informação para ele também. Peça a seu chefe que me envie um memorando contando detalhes, e, apesar dos problemas não precisa ficar tenso em minha presença. - Sorri levemente dispensando o garoto, assim que fechei a porta, coloquei calmamente minha mão na testa suspirando novamente, um filme se passava em minha cabeça: Infância com a minha família, sempre entre Hogwarts e as visitas à nossos parentes na França. Uma família assim tão grande acabava tendo muitos parentes para se lidar, isso me ajudou a desenvolver uma paciência tremenda, o que talvez haviam levado a me escolherem como Sub-Secretário Sênior, cargo esse que exigia uma paciência sem tamanho para lidar com todos os problemas interno do Ministério, afinal o Ministro é um ser humano, e com isso não é onipresente e nem onipotente, os problemas menores que os chefes de departamento não conseguiam resolver, sempre sobrava para mim, ainda mais se o Ministro já tivesse outros compromissos.
Voltei à minha mesa, anotando em um post-it que deveria avisar o Ministro sobre o problema no Departamento de Mistérios, fora que mal voltei aos relatórios uma coruja me chega solicitando a presença do Ministro da Magia em um evento, e como Sub-Secretário, a agenda do mesmo era de minha responsabilidade também. Respirei profundamente, anotando no mesmo post-it para perguntar sobre o evento. Esperava apenas o memorando do Departamento de Mistérios para seguir para a sala do chefe e repassar a primeira parte dos relatórios, além dos dois avisos...
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Re: Arquivo Geral 1

Mensagem por Dam em Sex Jul 06, 2018 12:46 am

Código:
Chegara ao St. Mungus descansado, após dois dias de cama, afinal havia feito um extenso plantão de quatro dias no Mungus, mesmo sendo psiquiatra, precisava cumprir essas escalas de vez em quando, pois, aproveitava para fazer uma melhor avaliação pessoal de meus pacientes. Como ainda não havia nenhuma consulta agendada para a manhã, logo colocaria as papeladas de meus pacientes em dias, com as observações feitas durante o plantão. Antes de ir ao escritório, porém, segui para a cafeteria, servindo-me de uma caneca de café bem forte, indo dar início aos meus trabalhos. Durante algumas anotações, fantasmas do passado voltaram à minha mente, porém afastei-os com um leve gole do forte café. Meu “sossego”, porém, foi interrompido por batidas apressadas à minha porta. Suspirei, dizendo que a porta estava aberta.

Doutor Saint, sinto atrapalhar, mas, emergência, agora, o senhor está sendo requisitado, aparentemente é um caso de crise de depressão severa.
Tudo bem, vou só pegar o meu jaleco e estou indo. - Dei uma golada única para acabar com o café, peguei meu jaleco e segui com a enfermeira que me acionara. Ao aproximarmos-nos, berros eram ouvidos, o choro era audível por metros. As palavras saíam da pessoa eram inteligíveis.
Ao chegar, vi que era uma garota, jovem, como eu era quando tive minhas crises, sua pele estava toda arranhada, marcas de automutilação eram visíveis em seus pulsos e em suas pernas. Manchas vermelhas, provavelmente de se auto atingir com tapas, e ela era contida, para evitar que se matasse. Pedi a enfermeira que me trouxesse um pouco de poção para acalmar e um pouco de elixir de euforia. Precisava de uma análise decente do caso da garota para saber se apenas esses dois procedimentos seriam o suficiente, e se no tratamento teria de conciliar fármacos com terapia, ou se apenas encaminhar para o psicólogo seria o suficiente. Administrei a poção e o elixir, aguardando os efeitos.

Senhorita, sou o Doutor Saint, qual o seu nome?
Shaperd, senhor, Claire Shaperd.
Claire, posso te chamar assim? - ela assentiu - Então, Claire, vi que você não está muito bem, se importa de conversar comigo um pouco? Preciso saber o que tem acontecido contigo para saber como poderemos te ajudar, tudo bem? - Olhei para o homem que estava com ela - O senhor deve ser o pai dela, certo? Gostaria de conversar com o senhor também, mas se não se importar quero falar com ela primeiro…

Primeiro, conversando com a garota, soube de todo o histórico de abusos psicológicos que ela sofria por parte do pai dela, o bullying que ela sofria na escola e tudo mais. Assim que ela terminou, suspirei.

Claire, vou te passar um remédio para você tomar e gostaria que marcasse um horário com nosso psicólogo. Daqui dois meses, gostaria que voltasse aqui para conversarmos de novo, tudo bem?
Ela assentiu e sorriu, por conta dos efeitos da poção e do elixir, pedi pra enfermeira dar uma volta com ela, enquanto eu explicava a situação para o pai dela.

Olha, sr Shaperd, sua filha tem um claro caso de depressão grave. Passei esse remédio para ela tomar todos os dias, junto com o café da manhã, e antes de vocês saírem daqui hoje, passem ali na secretaria desse departamento e marquem com o psicólogo, ela deve conciliar o fármaco com a terapia, pois so assim ela poderá melhorar e evitar essas grandes crises.

Após resolver toda essa situação, passei pela cantina, reabastecendo minha caneca de café, voltando aos meus relatórios.


Última edição por Dam em Sex Jul 06, 2018 12:47 am, editado 1 vez(es)
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Re: Arquivo Geral 1

Mensagem por Dam em Sex Jul 06, 2018 12:47 am

Código:
1) Qual posição você almeja?
Rei da Campina

2) Você sabe qual papel essa posição executa?
Sim

3) Conhece a historicidade de tal posição almejada?
Sim

4) Tem tempo para se dedicar à tal posição dentro do The Ice and Fire RPG?
Sim

5) Tem outros personagens no fórum, se sim, cite-os, bem como as regiões dos mesmos.
Não ainda

6) Explique com suas palavras a importância e peso desse cargo.
O Rei da Campina comenda a região mais fértil de Westeros (recebe esse título pois, as terras fluviais vivem assoladas por guerras e batalhas). O mesmo administra a região, economicamente, militarmente, delegando a seus vassalos o que cada um deve fazer em prol da região. O mesmo é a autoridade máxima da campina, sendo o indivíduo que, por meio do exemplo, eleva a moral do povo de sua região. Por ser um regime de monarquia absolutista, a palavra do rei é a lei. 

7) Você está ciente das regras, sistemas e da trama do fórum?
Sim

8) Faça um post como se já tivesse o cargo, utilizando um personagem já idealizado para tal função. Tal post deve conter no mínimo quinhentas palavras.
O dia começara normal para Garth, porém um corvo que chegara
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Re: Arquivo Geral 1

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